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it's okay, i hate me too.
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“Quem me dera, ao menos uma vez, acreditar por um instante em tudo o que existe. Acreditar que o mundo é perfeito e que todas as pessoas são felizes.” — Renato Russo

Hoje eu vejo como mudei. Mudei até amores que eu dizia ser pra sempre e hoje vejo que não é bem assim. Amores estão longes de ser eternos, pessoas esquecem que temos um coração, esquece que queremos alguém que nos faça melhor e não que pisem em nossos corações como se fosse qualquer lixo. Foi essa sociedade que estragou até o significado da palavra amor, hoje é como se fosse um simples bom dia. é péssimo ver que vivo em uma sociedade onde as pessoas esquece o significado do amor. “Amor pode significar afeição, compaixão, misericórdia, inclinação, atração, apetite, paixão, querer bem, satisfação, conquista, desejo, libido.” E para as pessoas virou algo tão banal. Agora esse é o medo de se apaixonar, medo de que enquanto pra mim tenha tantos significados, ou até sem explicação, pra muitos a palavra amor é algo que pode ser falado por ai pra qualquer um ou até mesmo pra uma pessoa que acabou de conhecer. Medo de você amar tanto um alguém e não ser amado como queria, pois ninguém quer se apaixonar e não ser correspondido né? Mas as vezes ainda consigo acreditar que alguém vai aparecer na minha vida e assim como eu, saber realmente o significado amar, saber me amar sem mentiras e sem pudor. Que possa segurar minha mão e sentir borboletas no estomago assim como eu vou sentir. Não quero um amor de contos de fadas, isso não é muito o a minha cara, quero um amor sem perfeição, porque perfeição pra mim acaba sendo chato. Enfim, quero que esse alguém não seja mais um na sociedade que vai banalizar o “eu te amo” , quero que esse alguém saiba o que é amar e que saiba me valorizar. 


“Nunca acreditei na ilusão de ter você pra mim (…) Mentira, eu acreditei, planejei, tentei, sonhei. Mas infelizmente não passou disso, um sonho.
Violino Sem Cordas


Carta achada em meio as páginas de um livro encontrado num apartamento bagunçado. Páginas manchadas de sangue, e encontradas em cima do peito de um corpo suicida, com os pulsos cortados e um meio sorriso.

Ando bem nostálgico. Larguei o emprego a poucos dias. Penso em viajar, recomeçar tudo sem você. Talvez consiga, ser denovo, enfim feliz. Me distanciei das pessoas, ando bastante solitário. Não faço barba, sempre mancho a camisa de café. Voltei a fumar também. Às vezes bebo nesses domingos monótonos, deito no chão e me sufoco de tédio, nostalgias, saudades e porres. Não sei se consigo continuar. Tá bem díficil. A propósito, eu morri ontem. Por dentro. Apodreci, congelei, sequei de vez. Como de costume, fui aquele lugar que tomávamos café. Quer dizer, onde eu comprava o café pra te levar na cama e te acordar aos beijos. Passei em frente a uma loja de televisivos também, por incrível que pareça, nosso filme estava passando em todas as telas. Ignorei, doía. Passei a frente da livraria, e vi aquele seu livro. O favorito, até. Aquele que você tentava me convencer a ler quando nos conhecemos e ficava me contando a história. Comprei ele. Não sei, talvez me fizesse mais próximo de você mesmo depois de tudo que aconteceu. Vi casais apaixonados, e sentia inveja. Lembrava de como éramos. Vi crianças e lembrei dos nomes que tentávamos escolher antes de dormir. Via idosos e lembrava do nosso “para sempre”… Do tempo que ficaríamos juntos. Tudo me lembrava você. Passei em frente aquela praça também, cujo banco fica no topo e dá pra ver toda a cidade. Aquela que você sempre me pedia meia hora que já ia chegar e demorava algumas horas se arrumando pra tentar me surpreender. Mal sabia que ficava linda de qualquer forma pra mim. O dia queria me dizer alguma coisa. Tinha perdido a noção de tempo, desde que aquilo aconteceu. Não estou dentro de mim, alias. Cheguei, e olhei o calendário. Dia 27 de julho. Naquele dia, completavam-se cinco anos após sua morte. Ontem, aliás. Eu encarei o calendário e não quis acreditar. Pela primeira vez, cai em mim que tinha te perdido. Mesmo nos amando. Não gosto dessa ideia. Faziam cinco anos, e eu ainda te amava. Você ainda era tudo pra mim. Eu disse que seria pra sempre, não é? Pois então. Te encontro em meia hora?



2 days ago · 5,806 notes · reblog
originally vitall · via amandabaasch

E aqui, nessa folha em branca, busco inspiração pra falar da pessoa que mais tem domínio sobre mim […] Sabe quando uma pessoa te faz bem? Que te faz tão bem que quando você a vê parece que seu coração vai sair pela boca? Que te faz feliz quando  te toca, quando te beija, quando diz que te ama, bem baixinho no seu ouvido? É incrível como você consegue fazer isso comigo. Queria que soubesse o poder que você tem sobre mim… Eu te amo, do jeito mais puro e verdadeiro que possa existir. É difícil, é muito difícil escrever pra você, mas eu só queria deixar bem claro que jamais amarei alguém como eu amo você, bebê.


“Não faça dele o seu tudo, pois seu tudo pode partir, e dai então ficarás com nada. Não faça do relacionamento de vocês a sua vida, pois ele pode acabar. Não dê a ele toda a importância do mundo, pois pode não ser recíproco, ele pode não te devolver o mesmo, e dai então ficarás sem atenção pra dar a mais ninguém. Não dedique todo o seu tempo a ele, pois ele pode não valoriza-lo, e dai então tudo o que tu fizeste se transformará na famosa “perda de tempo”. Não faça dele o seu ar, porque se ele partir, tu ficarás sufocada. Não entregue a ele o seu coração, pois ele pode quebra-lo, e dai então, tu morrerás por dentro, porém continuará vivendo. E certamente, esse é o pior tipo de morte.”


2 days ago · 342 notes · reblog
originally luk3y · via luk3y